sábado, 24 de maio de 2008

Meus Trabalhos em Apostila


A VIDA A DOIS E O ATO CONJUGAL - Quem pensa que o ser crente e o ir à igreja faz com que sua vida conjugal seja automaticamente abençoada, está enganado. Há princípios, regras, normas e orientações sobre o casamento e a vida a dois revelados por Deus nas Escrituras, os quais precisam ser conhecidos e obedecidos para o sucesso no casamento, êxito da família e felicidade no lar.

Deus criou um homem e uma mulher. Não foi um homem com duas ou mais mulheres, nem uma mulher com dois ou mais homens, nem homem com homem ou mulher com mulher. Deus fez um casal, um homem e uma mulher, e deu um uso/função natural a cada um deles. Portanto, o casamento foi planejado para ser vitalício, monogâmico e heterossexual - Rm 1.26,27; 1Co 7.2.

Quando não se observa os princípios que Deus estabeleceu para a família, logo vêm os conflitos e confusões. Aspectos básicos, fundamentais e simples do casamento tem se tornado impreciso e vago. Não se sabe ao certo quem faz o que. O casamento exige que haja entendimento no dia-a-dia. Não é suficiente o homem ser a cabeça, liderar a família e não ter consideração por sua esposa, e a esposa, por sua vez, não ser submissa a seu marido e ambos criando os filhos na admoestação e no temor do Senhor. 


Introdução
A legitimidade do casamento
O amor do marido à sua esposa
A submissão da mulher a seu marido
Comunicação, um fator de entendimento na vida a dois
O amor Eros no casamento
Conclusão
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MISSÕES - O estudo de Missiologia é de fundamental importância, por se tratar da tarefa suprema da Igreja que é a evangelização dos povos. Nós sabemos que o interesse de Deus sempre foi, e sempre será, alcançar a todos os povos, raças, nações e tribos de todas as línguas, "missões está no coração de Deus". Porém, resta saber se as missões estão também em nossos corações como povo de Deus que somos.

Missiologia é a ciência que tem por objetivo o estudo da Grande Comissão dada por Jesus Cristo à Sua Igreja, no sentido nacional e transcultural. A Missiologia dedica-se, principalmente, ao caráter transcultural da tarefa evangelizadora.

O evangelizador faz parte da maior organização que existe na terra, a Igreja de Jesus Cristo, e possui o cargo de maior expressividade nesta organização: embaixador do reino de Deus, representante legal para anunciar as boas novas de Salvação. A Igreja é a agência do Reino dos céus incumbida de estender os limites desse Reino em toda a Terra. Mas, isso só acontecerá se os embaixadores do reino acatarem a expressa ordem do Rei: “Ide e Pregai”.

Somos enviados para compartilhar com o mundo os grandes benefícios do cristianismo. Somos testemunhas de Cristo; somos embaixadores de Cristo; somos pregadores do Evangelho de Deus e portadores da mensagem de Deus para a humanidade.


Introdução
I – A Trindade e Missões
II – Pregando o Evangelho de Salvação

III – Porque Evangelizar os povos
IV – A Tarefa Missionária da Igreja
V – A Visão Missionária de Paulo
VI – Os Povos não Alcançados

VII – A Janela 10/40
VIII – Religiões e Seitas
IX – O Evangelho e Missões no Brasil
Conclusão
Bibliografia

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ORIENTAÇÕES MINISTERIAIS BÁSICAS - A vocação ministerial implica num chamado especial de homens separados para serem obreiro na seara do Senhor. É o Espirito Santo quem vocaciona os servos de Deus e os separa para a obra que os tem chamado. Deus opera naquele que é chamado tanto o tipo de trabalho a cumprir como infunde nele a disposição para executá-lo com gos­to, com constância, e com crescente aperfeiçoamento.  Isso é a vocação di­vina. 

A vocação divina para o ministério implica numa compulsão interna em que a pessoa chamada dispõe-se, de todo o coração, a cumprir com o seu ministério. A certeza da chamada de Deus faz o servo do Senhor superar obstáculos considerados pelo homem comum algo insuperável. O autêntico ministério não é apenas um cargo para ser ocupado, mas um dom divino para ser exercido. O chamado para o ministério é acompanhado de uma missão. Quando Deus chama, comissiona seu servo para uma obra específica.

Introdução
1 -  As qualificações de um obreiro
2 - Deus chama homens para a Sua obra 
3 - Três tipos diferentes de chamada
4 - Características da chamada
5 - Aprovado antes de assumir o cargo
6 - A ética no contexto do ministério cristão
7- A ética em relação aos membros da igreja
8 - A ética em relação ao pastor e colegas de ministério
9 - A hierarquia ministerial
10 - O relacionamento com os superiores no ministério
11 - A liturgia do culto
12 -  Postura e etiqueta no púlpito
13 -  O corpo diaconal
Conclusão 

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A MANIFESTAÇÃO DA PAZ - Grande parte da história do mundo está ligada às guerras. O século XX defrontou-se com duas guerras mundiais e mui­tas guerras menores. Deus avisou-nos de que nos últimos dias não ha­veria paz, mas guerras e rumores de guerras (Mt 24). Todos os anos, milhares de pessoas que procuram paz pessoal ou familiar enchem os consultórios dos conselheiros profissio­nais. Diplomatas voam ao redor do mundo perse­guindo a paz entre as nações. Os tribunais estão abarrotados de processos provocados pela quebra da paz entre indivíduos e corporações.

A paz é um elemento sempre discutido como prioritário e urgen­te nos principais fóruns do mundo. Todavia, o que mais se vê é a au­sência da paz entre as nações, en­tre famílias, e até mesmo entre as pessoas. Tudo isso é resultado da falta da verdadeira paz interior, que só pode ser alcançada na verdadeira fonte, Jesus. Muitos vivem com o coração cheio de con­flitos, perturbados por toda sorte de ansieda­de, por não terem ain­da experimentado a paz que vem de Deus.

Os cristãos não se acham isentos desta realidade. Nós, também, sentimos o efeito da ansiedade causada por circunstâncias inquietantes e a angústia de situações frustrantes. Contudo, a paz deveria ser sinal distintivo do cristão, porque é um traço da natureza divina: A Bíblia menciona Deus como Deus de paz.

SUMÁRIO
Palavra Introdutória

I – O Contexto da Promessa da Paz
II – A Tríplice Manifestação da Paz
Palavra Conclusiva
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IGREJA, CORPO DE CRISTO E SEU CRESCIMENTO - A igreja é constituída de pessoas das mais variadas características como: cor, língua, posição social, intelectual e cultural. Mas todas elas formam um só corpo, unidas em um só sentimento, interesse e aspiração. Em um corpo existem muitos membros com variadas funções. Contudo, estão unidos e andam em uma só direção e possuem o mesmo sangue. A Igreja, corpo de Cristo, é um organismo vivo, e todo organismo cresce e se desenvolve quando é devidamente alimentado e cuidado. Portanto, é dever dos membros deste corpo, a Igreja, zelar e cuidar para que haja saúde espiritual que leva ao crescimento de formas variadas. Deus preocupou-se em organizar a igreja à semelhança do corpo humano, visando a sua harmonia e perfeito funcionamento pela operação de cada parte. Apesar da diversidade de dons, ministérios e operações, é Deus quem opera tudo em todos, para que haja unidade na diversidade do corpo de Cristo, a igreja.


O crescimento da igreja só terá repercussão positiva na sociedade mediante a postura de cada crente na eficácia da vida cristã comprometida com a palavra de Deus. A igreja não pode perder a sua identidade como povo de Deus. Ela precisa pautar a sua vida segundo a vontade do Senhor expressa em Sua Palavra. Deus não desistiu de sua igreja por maior que sejam as faltas por ela cometidas. Deus a usa para glória de seu nome, restauração espiritual e emocional dos crentes e salvação do mundo.


CONTEÚDO
Introdução

1 - Definição do Termo Igreja
2 - Cristo, a Cabeça da Igreja
3 - As Operações dos Membros do Corpo
4 - O Padrão de Vida Para a Igreja Cristã
5 - As Formas de Crescimento da Igreja
Conclusão
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EVANGELISMO - A Igreja é a agência do reino dos céus incumbida de estender os limites desse reino em toda a terra. Porém, isso só poderá acontecer se os embaixadores do reino, aos quais foi confiada a palavra da reconciliação (2Co 5.20), de fato acatarem a ordem expressa pelo Rei Jesus quando disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Em outra ocasião Jesus falou: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros, e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça...” (Jo 15.16). Como podemos notar, nós fomos “escolhidos e designados para dar fruto”. As bênçãos por certo virão como resultado da nossa fidelidade e obediência ao Senhor e Rei Jesus.


Ganhar almas para o reino de Deus não é uma missão exclusivamente para os obreiros portadores de uma credencial do seu ministério de evangelista, ou para alguns dotados de uma vocação específica. Mesmo havendo os que são evangelistas com um ministério específico, não quer dizer que somente estes poderão evangelizar; na verdade eles receberam uma maior responsabilidade e deve os mesmos fazer jus à sua função de ministros do evangelho. Todavia, o “ide” de Jesus é plural, porque foi dirigido a todos os seus discípulos durante a história da Igreja na terra. Não se encontra em nenhuma parte da Bíblia o Senhor cobrando atitude de ministérios, convenções ou outros órgãos semelhantes. Quando se trata de exigir, Ele sempre se dirige aos membros da igreja local.

O evangelizador faz parte da maior organização que existe na terra, a Igreja de Jesus Cristo, e possui o cargo de maior expressividade nesta organização: embaixador do reino de Deus, representante legal para anunciar as boas novas de Cristo Jesus.

ÍNDICE
Introdução

I – Uma realidade a se observar
II – Para que vades e deis fruto
III – Por que evangelizar
IV – O preparo pela oração
V – O preparo pela palavra
VI – Estratégias para a evangelização pessoal
VII – Evangelizando e discipulando
VIII – A recompensa pela obra realizada
Conclusão
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CURSO PREPARATÓRIO PARA DIÁCONO - O corpo diaconal teve sua origem nos primórdios da igreja, quando foi eleito um grupo de homens para cuidar da administração diária. Com o crescimento da igreja aumentaram as dificuldades de atendimento, então foi selecionado o primeiro corpo diaconal da história da igreja. O diácono vive para servir. A palavra diácono ocorre cerca de trinta vezes no Novo Testamento, e significa servo, isto é, aquele que serve, ele se mira no exemplo do Seu Senhor e Mestre, Jesus. Servir é um importante negócio, pois como já se diz: “quem não vive para servir, não serve para viver". No céu só entrarão os servos bons e fiéis. Os diáconos foram separados para servirem às mesas.Cabe aos diáconos a administração das questões materiais da igreja. É um serviço para suprir auxilio em caso de necessidade. Portanto, o diaconato é um importante negócio, ou serviço. 

Os diáconos lidam diretamente com o povo, portanto podem transmitir ao pastor o pensamento do povo pondo-o a par da situação que envolve a obra. Os primeiros diáconos foram separados para que os apóstolos se mantivessem no ministério da oração e da Palavra. 1.1. Embora seja útil que os diáconos assessorei o seu pastor, não foram eles constituídos para tratar de assuntos de caráter ministerial. Podem até participar das reuniões do ministério, mas embora possam emitir opinião, devem reconhecer com humildade o seu lugar no ministério. 1.1. Boas qualificações na vida do obreiro são de fundamental importância para autenticar o seu serviço junto à igreja. Conforme o texto de Atos 6, três qualidades se destacam na vida do diácono, vejamos: Ter boa Reputação, (Isto é, bom testemunho), Ser cheio do Espírito Santo e ser Cheio de sabedoria, Esta sabedoria diz respeito ao modo como vivemos, agimos e reagimos às circunstâncias.

Sumário
Palavra Introdutória

I – O significado do termo diácono
II – A provação para o diaconato
III – O diácono em relação ao seu pastor
IV – A ética diaconal
V – O diácono e a portaria da igreja
VI – O diácono e a celebração da ceia
VII – Recolhendo as ofertas
Palavra Conclusiva
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DÍZIMOS E OFERTAS - Há pessoas que não gostam quando se fala sobre dinheiro na igreja, principalmente se for o pastor, em especial sobre o dízimo. Mas na Bíblia é mencionado 205 vezes sobre a fé, 208 vezes sobre a salvação e 2.085 vezes sobre dinheiro ou algo relacionado que lembra dinheiro, tais como: bens, herança, prosperidade, etc.


Cem por cento (100%) do que temos pertence a Deus. Ao apresentarmos a décima parte, que é o dízimo (10%), o cristão precisa demonstrar obediência e generosidade na condução dos noventa por cento (90%) que permanece em sua mão. É destes noventa por cento que o servo de Deus realiza algumas ofertas voluntárias para a obra do Senhor.

O dízimo não foi instituído para a nossa chateação ou para ficarmos irados quando mencionado pelo pastor. O dízimo foi instituído para a expansão do Reino de Deus e para a glória do Seu santo nome. A vida financeira bem como a economia doméstica mobiliza toda a família. Está intimamente ligado à vida espiritual. Portanto, é um assunto que merece ser estudado cuidadosamente. O ato de ofertar e de entregar o dízimo é sempre uma atitude alegre, proveniente de um coração generoso que ama ao Senhor e reconhece que tudo provem d'Ele. Portanto, o dinheiro está intimamente ligado com o senhorio de Jesus em nossa vida, e com a nossa dependência de Deus.

O dizimista é como o pára-quedista: este pula do avião com o pára-quedas fechado crendo que vai abrir e aterrissar sem problemas. O dizimista contribui com o dízimo mesmo na dificuldade financeira porque crer que o Senhor vai abençoar.

Temário
Introdução
1 – Realidade Histórica do Dízimo
2 – Definindo o Termo Dízimo
3 – Jesus e o Ato do Dízimo

4 – A Obra de Deus e o Dízimo
5 – O Crente e o Dízimo
6 – O Obreiro e o Dízimo
7 – O Que Não Fazer em Relação ao Dízimo
8 – Perguntas Mais Freqüente Sobre o Dízimo

9 – O Povo Judeu e as Ofertas Para a Obra
10 – A Igreja Primitiva e as Ofertas Para a Obra
Conclusão
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A VIDA CRISTÃ E OS BENS MATERIAIS - Há um falso conceito de que a pobreza material é o caminho para a verdadeira espiritualidade. Há quem pense que a prosperidade financeira rouba a humildade do crente e o afasta de Deus. Isto é verdade quando se trata daqueles que querem prosperar segundo o sistema deste mundo, mas aquele que coloca a sua prosperidade material sob a égide de Deus, certamente, será abençoado.


Aprendemos no evangelho segundo escreveu Mateus no capítulo 6 do versículo 25 a 34 que Deus tem cuidado da sua criação, em especial dos seus servos. Ele tem maior cuidado com aqueles que o buscam, suprindo-lhes as necessidades na medida do correto posicionamento que se tem para com Ele. Nessa passagem Jesus aponta para os verdadeiros valores da vida cristã no tocante aos bens terrenos.

A vida financeira bem como a economia doméstica mobiliza toda a família. Está intimamente ligado à vida espiritual. Portanto, é um assunto que merece ser estudado cuidadosamente. devemos evitar todo e qualquer extremo, posto que todo extremo é prejudicial. Nem muito ao mar nem muito à praia, ou seja, não vivamos na ânsia por riqueza nem tão pouco no comodismo da pobreza. Se por um lado a vida não consiste na abundância do que se possui, por outro lado não possuir nada é ter a vida mais difícil no que diz respeito à sobrevivência e comodidade da família.Portanto, é bom ter o necessário para se conduzir as coisas sem maiores preocupações. É preciso, entretanto, lembrar que Deus é o dono de tudo. Tudo que temos foi dado por Ele e deve estar à disposição d'Ele.

Índice
Introdução

I – Avaliação Correta do Dinheiro
II – Três Regras Essenciais Sobre o Dinheiro
III – O Cristão e os Bens Materiais
IV – Jeová-Jiré, “Deus Proverá"
V – O Senhor Como Nosso Pastor
VI – Lidando Com a Prosperidade
Conclusão
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BUSCANDO AO SENHOR NO SOFRIMENTO - A cada dia fica mais difícil confiar nas pessoas. Alguns fazem promessas, mas não as podem cumprir, ou mentem que irão cumpri-las. Outras quando cumprem o faz visando seus próprios interesses. Por estas e outras razões, muitos não confiam também no agir de Deus em sua causa ou situação. Contudo, podemos analisar a luz da Palavra que as coisas com o Senhor são bem diferentes. Deus está sempre pronto para nos ajudar, mas depende de como nós estamos diante D’Ele, se o buscamos como devemos ou não. A palavra do Senhor sempre se cumprirá, para isso Ele vela sobre ela para cumpri-la. Não voltará vazia a palavra que o Senhor falar, mas fará o que lhe apraz e prosperará naquilo para o que a enviou, assim será, Amém!


O apóstolo Pedro nos recomenda a nos humilharmos debaixo da potente mão de Deus, para que Ele, a seu tempo, venha nos exaltar lançando sobre ele toda a nossa ansiedade, porque ele tem cuidado de nós. O inimigo nos quer ver abatido pela ansiedade do nosso coração. Uma vez abatidos, não teremos forças para produzir nada, inclusive no servir ao Senhor, o que deve ser com alegria. Nunca é em vão quando buscamos ao Senhor, Ele sempre se revela a nós, mas se não o buscarmos com certeza Ele não se manifestará em nosso favor. Um espírito quebrantado é para Deus um verdadeiro sacrifício, e isto lhe agrada. Jamais o Senhor desprezará um coração quebrantado e contrito a Ele. Vale à pena confiar na providência divina. Pois com o seu poder o Senhor dará sempre o melhor para aqueles que confiam, buscam e esperam N’Ele.

Índice

Introdução
I – Porque Confiar nas Promessas de Deus
II – Humilhando-nos Perante Deus
III – A Ajuda Que Vem de Deus
IV – A Peleja Não é Nossa, Mas de Deus

Conclusão
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NAMORO E NOIVADO - O cristão deve buscar ter o seu caminho puro desde a mais tenra idade, já em sua adolescência e mocidade, principalmente no período do namoro, a fim de ingressar no casamento sem traumas, vícios ou nódoas que venham prejudicar o seu desenvolvimento e permanência na igreja, na família e na sociedade. 

Namorar é literalmente "despertar amor em alguém". Namoro, no sentido sério, é uma fase de conhecimento social e amoroso entre um ho­mem e uma mulher que pretendem se casar.Se a escolha do futuro cônjuge começa a partir do namoro, os jovens precisam saber que esta é uma etapa para o conhecimento recíproco da natureza, da consciência e da estabilidade dos sentimentos envolvidos. Para se conhecer a personalidade e o temperamento de alguém é necessário algum tempo junto a essa pessoa. 

Para que a experiência conjugal dê certo é necessário o conhecimento mútuo, o entendimento, a compreensão e afinidade de propósitos. Isto só será possível por uma observação anterior ao casamento, ou seja, o namoro. É evidente que se trata de namoro responsável, de compromisso, de duas pessoas que estão com o propósito de casar e estabelecer uma família. Não é o caso de duas pessoas irresponsáveis, imaturas e compulsivas, que encaram o namoro como um passatempo sem propósito. O namoro em si não se constitui pecado, desde que seja de acordo com a vontade de Deus e que tenha como objetivo o casamento. Esperar no Senhor é a atitude mais certa, pois Ele tem o melhor para nós. 

Namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro. Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Quando os jovens não levam o namoro a sério e nem consideram a vontade de Deus nesta questão, a tendência é construírem um projeto de vida vulnerável. É imprescindível que o Senhor Deus seja também Senhor do namoro de seus servos. Quando o jovem espera em Deus e confia n'Ele, terá como resultado um casamento abençoado. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

Índice
Introdução
I - A Necessidade do Namoro
II – O Namoro Inadequado

III – Os Excessos no Namoro
IV – A Gravidez na Adolescência
V – A Fase do Noivado

Conclusão
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CASAMENTO, INSTITUIÇÃO DIVINA - Ao estabelecer a família Deus prescreveu diferentes funções para o homem e para a mulher. Conhecer e assumir estas funções são de vital importância para o casamento. A maior parte da infelicidade, dos conflitos e das separações dos casais é decorrente da confusão sobre os papéis do homem e da mulher no casamento e na família.Os que pensam que o ser crente e o ir à igreja faz com que seu casamento e sua família sejam automaticamente abençoados estão enganados. Há princípios, regras, normas e orientações sobre o casamento e a família revelados por Deus nas Escrituras, os quais precisam ser conhecidos e obedecidos para o sucesso no casamento e êxito da família. 

O cristão não faz as coisas apenas por que são lícitas, mas por que convém fazê-las. Não basta que a conduta ou proceder seja lícito, é preciso que contribua para a edificação cristã (1Co 6.12; 10.23). É importante sempre indagar se determinado comportamento tem apoio nas Escritura, a Palavra de Deus. Quando não há a observância dos princípios que Deus estabeleceu, logo vêm os conflitos e confusões na família. Aspectos básicos, fundamentais e simples do casamento tem se tornado impreciso e vago. Não se sabe ao certo quem faz o que. A mulher cristã deve ficar com os olhos na submissão e o marido cristão deve ficar com os olhos no amor e assim a harmonia será mantida. O casamento exige que haja entendimento no dia-a-dia. Não é suficiente o homem ser a cabeça, liderar a família e não ter consideração por sua esposa, e a esposa, por sua vez, não ser submissa a seu marido.

Apesar de todas as dificuldades e desafios que a relação a dois envolve, as pessoas continuam encontrando boas razões para se casarem, que vão desde o medo de estar só, até os desencadeados pelos temores da vida contemporânea, de construir um lar que funcione como porto seguro num mundo cada vez mais cheio de incertezas, além de outros.


Temário
Introdução

I – A instituição do casamento
II – Princípios que norteiam o casamento
III – A Submissão da Mulher a Seu Marido
IV – O Amor do Marido à Sua Esposa
V – Comunicação, Um Fator de Entendimento no Casamento
VI – Marido e mulher são responsáveis pela formação do lar
Conclusão

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ESCATOLOGIA - Só no Novo Testamento a vinda do Senhor Jesus é mencionada cerca de 318 vezes, ela acontecerá em duas fases distintas. A primeira fase será invisível para o mundo, por se tratar do arrebatamento da Igreja. A segunda fase será visível a todos, pois será a vinda de Jesus em glória com a Igreja que fora antes arrebatada.


Das sete dispensações, cinco já foram concluídas: inocência, consciência, governo humano, patriarcal e lei. Estamos vivendo agora a dispensação da graça que dará lugar depois a do milênio. O que é necessário percebermos é que Deus tendo dividido a história da humanidade em dispensações deu para cada uma delas um propósito ou missão e todas elas deveriam ter um inicio e um fim, portanto esta era atual, ou este período de tempo chamado graça, terá um fim, o que marcará este fim? Dois grandes eventos marcarão o fim, o arrebatamento da igreja e a volta visível de Jesus para inaugurar o milênio.

A Bíblia não deixa margem de duvidas quanto ao fato de que Jesus certamente voltará (Hb 10.37). O diabo odeia a mensagem da volta de Jesus. Isto porque se formos enganados quanto à certeza dessa verdade, não iremos nos preparar devidamente para nos encontrarmos com o Senhor (Mt 24.44). Infelizmente alguns servos negligenciam e acham que o Senhor demora vir, e passam a se comportar como ímpios, mas quando então vier o Senhor serão pegos de surpresa em seus atos (Mt 24.48-51). Há também aqueles que zombam da volta de Jesus, mas realmente vai acontecer exatamente como está escrito na Palavra de Deus: “Cristo voltara!” (2Pd 3.3-7). Em Apocalipse Jesus traz uma maravilhosa mensagem que diz: “Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro... Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem Senhor Jesus!” (Ap 22.7,20).

INTRODUÇÃO
I – ABSOLUTA CERTEZA DA VOLTA DE JESUS
II – O ARREBATAMENTO DA IGREJA
III – AS DUAS FASES DA VINDA DE JESUS
IV – O TRIBUNAL DE CRISTO
V – AS BODAS DO CORDEIRO
VI – A GRANDE TRIBULAÇÃO
VII – O ANTICRISTO
VIII - A INVASÃO DA PALESTINA
IX - AS DUAS TESTEMUNHAS E OS 144 MIL SELADOS
X - OS JUÍZOS DIVINOS
XI - A QUEDA DAS DUAS BABILÔNIAS
XII - A BATALHA DO ARMAGEDOM
XIII – AVINDA DE JESUS EM GLÓRIA
XIV – O MILÊNIO

XV - O JUÍZO FINAL E O ESTADO ETERNO
CONCLUSÃO

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MILÊNIO - Estamos diante de uma das passagens mais discutidas da Palavra de Deus. Aqueles que viveram perto da época dos discípulos, e toda a igreja durante 300 anos, aceitaram-na literalmente no seu sentido simples e natural. Após este período, surgiram opiniões divergentes quanto ao “milênio” referido na passagem de Apocalipse capítulo 20.

O termo milenismo é um termo que denomina a abordagem referente ao milênio de uma forma genérica. Diz respeito à fé em um governo e reino terrestre, visível, de Cristo dentro da história mundial. Os milenistas cristãos não aceitam a interpretação alegórica e espiritual de Apocalipse 20 e de outras passagens bíblicas que apontam para um tempo na terra e dentro da história, quando Satanás será amarrado e Cristo governará e reinará sobres as nações. Portanto, milenista é todo aquele que crê num reino visível de Cristo em glória na terra com os seus santos ressurretos por mil anos, antes da ressurreição geral e juízo final.

A promessa de Cristo de estabelecer seu reino aqui na terra se acha desde Gêneses ao Apocalipse. Todas essas profecias têm seu cumprimento no milênio, que será um tempo sem precedente na história da humanidade. O reino de Deus se manifestará de modo glorioso sobre toda a face da terra. Terá assim, o cumprimento da oração dominical na sua plenitude que diz: “venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6.10). Quem está em Cristo já entrou no reino pelo novo nascimento (Jo 3.5), mas Deus ainda não está sendo glorificado na terra como devia ser. Isso só será possível no futuro, pela implantação do reino milenar.

A promessa de um reino literal na terra é um elemento fundamental tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. O Antigo Testamento, realmente, dar maiores detalhes sobre como será o milênio. Grande parte das passagens proféticas dedica-se ao reino milenar, desenvolvendo e demonstrando seu caráter e suas condições, mais que qualquer outro assunto. O milênio será o caminho de Deus para demonstrar a justiça e mostrar à humanidade como Ele planejou que fosse o mundo, especialmente se o povo tivesse aceitado a Jesus Cristo como seu Messias e Salvador quando Ele veio pela primeira vez.

INTRODUÇÃO
I - CONSIDERAÇÕES PRELIMINÁRES
II - A REALIDADE ACERCA DO MILÊNIO

III - A PREPARAÇÃO PARA O REINO MILENAR
IV - O SISTEMA DO GOVERNO MILENAR E SUA SEDE
V - O MESSIAS COMO REI E OS PARTICIPANTES DO REINO
VI - A POSIÇÃO DA IGREJA NO MILÊNIO

VII - CONDIÇÕES PECULIARES DO MILÊNIO
VIII - O TEMPLO MILENAR
IX - A SOLTURA DE SATANÁS NO FINAL DO MILÊNIO
CONCLUSÃO
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O CRENTE E SUA VIDA DE ORAÇÃO - A preocupação de Satanás é impedir o crente de orar. Ele rir-se de nossa atividade e zomba de nossa sabedoria, mas treme quando oramos. Portanto, como escreveu o apóstolo Paulo: “Orai sem cessar”

A oração é um encontro com Deus. Esse encontro só acontece quando oramos com fé, pois o Senhor não se agrada da oração desprovida de fé (Hb 11.6)

“Deus não pode responder a oração que não condiga com a sua plena vontade. Muitos pedem e não recebem porque pedem mal. Pedir bem é pedir segundo a vontade de Deus.” A oração é uma arma eficaz no combate espiritual, ela é indispensável para a vitória na vida cristã nos vários aspectos que a utilizamos.

Mais que falar de oração devemos mesmo é orar em momentos oportunos e de modo apropriado. Embora não existam métodos para a oração esta deve ter princípios e sentido. Quando oramos alegramos o coração de Deus e ainda aprendemos a confiar N’Ele.


Índice
Introdução:
Por que devemos orar
Princípios Que Norteiam a Oração
Oração, Uma Arma de Guerra
Orando com objetividade
Conclusão:

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OS NOVE DONS ESPIRITUAIS - Com a conversão a Cristo o cristão passa a ter direito a todos os dons espirituais, de maneira latente para serem usados (Ef 1.3). Porém, há clara distinção entre os dons do Espírito e o dom do Espírito. Os primeiros são capacitações sobrenaturais concedidas pelo Espírito; o segundo é o batismo com Espírito Santo (At 2.38; 10.44-47). Os dons espirituais só entram em exercício através do batismo com Espírito Santo. Assim aconteceu em Éfeso, quando um grupo de doze homens recebeu o batismo no Espírito Santo, falaram em línguas e então profetizaram, (At 19.6,7). As línguas faladas nessa ocasião comprovaram o batismo no Espírito Santo, e só em seguida veio a profecia como um dos nove dons do Espírito Santo. Portanto, “os dons são subsequentes ao batismo no Espírito Santo”. Os dons são do Espírito, Ele os concede particularmente a cada um como quer. Nós somos apenas instrumentos de Deus na realização da sua obra através dos dons que recebemos (1Co 12.11).

Introdução
I – Atuação dos Dons Espirituais na Igreja
II – A Classificação dos Dons Espirituais
III – Os Dons de Revelação
IV – Os Dons de Poder
V – Os Dons de Inspiração
Conclusão
Bibliografia
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A PESSOA E A OBRA DO ESPÍRITO SANTO - Espírito Santo é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, Ele não é meramente uma força impessoal como alguns querem fazer crer. O Espírito Santo é sensível aos atos que ferem a sua natureza divina. Isto não quer dizer que Ele seja fraco, mas que Ele reage naturalmente a toda ofensa dirigida a sua santa e divina pessoa.

O crente em Jesus tem na Pessoa do Espírito Santo a força para viver uma vida vitoriosa sobre a carne o mundo e o diabo. Por natureza desejamos fazer a vontade da carne, mas se andarmos em Espírito jamais cumpriremos a concupiscências da carne (Gl 5.16), e em contra partida desenvolveremos o Fruto do Espírito em nosso ser, que não é outra coisa senão o caráter de Cristo reproduzido em nós. Ademais, somos revestidos com o poder do alto mediante o batismo no Espírito Santo que é a capacitação sobrenatural para testemunharmos do Senhor Jesus Cristo com mais eficácia. Conseqüentemente ao batismo no Espírito, temos ao nosso dispor os dons espirituais que nos habilitam para o serviço do Mestre. Os dons espirituais, uma vez concedidos ao crente, têm por finalidade a edificação da igreja, corpo de Cristo. Isto acontece quando feito com decência e ordem e para glória de Deus.

Introdução
I - Quem é o Espírito santo
II - Pecados Contra o Espírito Santo
III - A Blasfêmia Contra o Espírito Santo
IV - A Natureza e Operações do Fruto do Espírito
V - A Presença Inicial do Espírito Santo no Crente
VI - O Batismo no Espírito Santo
VII - A Realidade do Batismo no Espírito Santo
VIII - Como Receber o Batismo no Espírito Santo
IX - A Evidência do Batismo no Espírito Santo
Conclusão
Bibliografia
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